Publicado em 30/09/2009 por meleca
Sempre que falo mal da marginalidade, dos bandidos em geral, vem alguém pra dizer que a culpa é do governo, que eles não podem estudar e a única alternativa que resta é roubar. Meu argumento é sempre o mesmo: o conhecimento está ao alcance de todos, basta ter vontade de procurar. Mas muitos dizem que não é bem assim, e blá blá blá e bli bli bli.
Aí hoje, verificando os sites que usualmente acesso, dou de cara com esse post.
Se esse piá, num país com um governo mais corrupto que o brasileiro, onde a fome assola praticamente toda a população e sem escolaridade nenhuma, é capaz de um feito desses, por que um vagabundo qualquer no Brasil se acha no direito de roubar?
Mas o pior de tudo não é isso, o pior de tudo são os filhos da puta que acham que a culpa é do governo. Nada justifica o ato de roubar, ladrão bom é ladrão morto!
E tenho dito!
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Publicado em 30/09/2009 por meleca
Como surgiu o dia da secretária?
Lilian Sholes foi a primeira mulher a datilografar em público. Ela era filha de Christopher Sholes, um dos inventores da máquina de escrever, em 1867, durante a segunda fase da Revolução Industrial.
Lílian fazia aniversário em 30 de setembro de 1850, e, no centenário de seu nascimento, as empresas fabricantes de máquinas de escrever fizeram comemorações e concursos para eleger a melhor datilógrafa.
Muitas secretárias participavam dos concursos, que passaram a ser repetidos todos os anos, no dia 30 de setembro. A data tornou-se conhecida como o “Dia das Secretárias”. Com o surgimento das associações de classe, a data foi popularizada como forma de reconhecimento da profissão.
Alguns Estados brasileiros tornaram oficial o 30 de setembro. Em São Paulo, o Dia da Secretária foi reconhecido pela lei nº 1.421, em 26 de outubro de 1977. Existe também o Dia Internacional da Secretária, que é comemorado na última quarta-feira de abril.
Segundo outra versão, São Jerônimo, homenageado em 30 de setembro, é o santo protetor das secretárias. Ele nasceu em Estrido, na Dalmácia. Estudou gramática, retórica e filosofia em Roma. São Jerônimo trabalhou como secretário do papa Damaso, que governou a Igreja Católica de 367 a 384. Chamado de “Doutor Máximo das Escrituras”, Jerônimo traduziu o Antigo e o Novo Testamento, a Vulgata, para o latim. Ele morreu no começo do século V.
Fonte: http://tiny.cc/HAThA
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Publicado em 29/09/2009 por meleca
(16:35:30) twitter.com:
Paulaovv: no meu governo criarei a bolsa balada: todos terão direito a bebida de graça antes das baladas. Ainda que a balada seja apenas beber!
(16:36:11) twitter.com:
Paulaovv: Vc vai até um bar credenciado e vai bebendo. Se conseguir voltar no dia seguinte e repetir as doses, terá direito a beber aquilo de graça.
(16:36:27) twitter.com:
Paulaovv: a vida toda. O governo paga! que tal?
(16:38:29) twitter.com:
Paulaovv: criarei tb a lei das 12 horas no bar.Todo mundo será obrigado a passar 12 horas no bar a cada 24 horas.
(16:39:13) twitter.com:
Paulaovv: Trabalhar, só as quartas e quinta. Meio período. 5 meses por ano! Só a partir dos 30 anos. Aposentadoria aos 32.
(16:39:39) twitter.com:
Paulaovv: o governo que pague as despesas
(16:43:02) twitter.com:
Paulaovv: Carteira de motorista com adendos: este motorista esta habilitado a dirifir sob efeito de uma garrafa de whisky. Ou qual bebida for
(16:43:49) twitter.com:
Paulaovv: o cara vai no detran e diz: posso diririgir sob efeito de 5 cervejas. bebe as cinco e faz o exame. passou, pode beber e não pode ser multado
(16:45:00) twitter.com:
Paulaovv: e assim por diante, com qualquer bebida. Se vc provar que pode dirigir sob o efeito daquela bebida, está liberado!
Fonte: http://twitter.com/paulaovv
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Publicado em 29/09/2009 por meleca
Não é do meu feitio expressar opiniões sobre estes assuntos aqui no blog, porém a repercussão foi tamanha que resolvi abrir uma excessão. O negócio é o seguinte, eu já passei por situação parecida nos meus tempos de primeiro grau, por algum motivo idiota do qual hoje não lembro escrevi meu nome na parede de concreto da escola com um pedaço de ferro. Como não poderia deixar de ser, a diretora da escola me chamou para uma conversa. Conversando estabelecemos que eu iria ter que arrumar o muro da escola. Como na época não trabalhava utilizei o dinheiro da minha mesada e comprei meio quilo de cimento (a areia a diretora deixou eu usar a do parquinho). Preparei o cimento e reboquei o muro da escola.
Por que eu contei essa história? Porque de forma alguma me senti humiliado ao fazer isso, muito pelo contrário, aprendi uma lição de vida. Sempre digo que tu podes fazer tudo que tu queres, bastando arcar com as consequências. Meus pais ficaram revoltadinhos com a diretoria da escola? Bem capaz, acharam ainda que a punição foi pouca, o que inclusive eu concordo, saiu foi barato.
Para quem não sabe do que estou falando segue o link da matéria no jornal Pioneiro: http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/impressa/11,2662145,157,13181,impressa.html
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Publicado em 28/09/2009 por meleca
Dica de site: PS2Advanced
Site com diversos jogos para PlayStation, PlayStation 2 e PlayStation Portable, todos através do Megaupload ou do Rapidshare. Fica a dica.
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Publicado em 27/09/2009 por meleca
Publicado em 25/09/2009 por meleca

Acesse esse link http://www.acdcbrasil.net/ para votar nas Velhas Virgens para abrir o show do AC/DC em São Paulo, a briga tá acirrada entre eles e a banda Motorocker, portanto vamos dar uma força pros caras que são a banda mais do caralho do Brasil abrirem o show da banda mais afudê do mundo!
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Publicado em 24/09/2009 por meleca
Em 24 de setembro de 1989 Fittipaldi, o tio, se consagrava campeão por antecipação do campeonato de Fórmula Indy, ao ganhar as 200 Milhas de Nazareth, nos Estados Unidos. Ele foi o primeiro piloto não americano a conquistar o título, mostrando a superioridade brasileira no automobilismo. Emmo abriu as portas para os jovens pilotos brasileiros, assim como já havia feito na F-1, para Nelson Piquet e Ayrton Senna nos anos 70.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Emerson_Fittipaldi
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Publicado em 23/09/2009 por meleca

Freud em 1905
Sigmund Freud (Příbor, 6 de maio de 1856 — Londres, 23 de setembro de 1939) foi um médico neurologista judeu-austríaco, fundador da psicanálise. Nasceu em Freiberg, Morávia (hoje Příbor), quando esta pertencia ao Império Austríaco.
Interessou-se inicialmente pela histeria e, tendo como método a hipnose, estudou pessoas que apresentavam esse quadro. Mais tarde, com interesses pelo inconsciente e pulsões, entre outros, foi influenciado por Charcot e Leibniz, abandonando a hipnose em favor da associação livre e da interpretação dos sonhos. Estes elementos tornaram-se as bases da psicanálise. Freud, além de ter sido um grande cientista e escritor (Prémio Goethe, 1930), possui o título, assim como Darwin e Copérnico, de ter realizado uma revolução no âmbito humano: a idéia de que somos movidos pelo inconsciente.
Freud, suas teorias e seu tratamento com seus pacientes foram controversos na Viena do século XIX, e continuam a ser muito debatidos hoje. Suas idéias são freqüentemente discutidas e analisadas como obras de literatura e cultura geral em adição ao contínuo debate ao redor delas no uso como tratamento científico e médico.
Freud morreu com câncer na mandíbula, há exatos 70 anos, aos 83 anos de idade (passou por trinta e três cirurgias). Supõe-se que tenha morrido de uma overdose de morfina. Freud sentia muita dor, e segundo a história contada, ele teria dito ao médico que lhe aplicasse uma dose excessiva de morfina para terminar com o sofrimento, o que seria eutanásia.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sigmund_freud
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Publicado em 22/09/2009 por meleca
Nesse livro de Erich Maria Remarque o personagem Paul Baumer narra a história dos soldados que participaram da Primeira Guerra Mundial utilizando para isso seus próprios diários enquanto combatente. É um livro de ficção que só poderia ser escrito por alguém que viveu todos os horrores da Primeira Grande Guerra, devido a sua atenção aos detalhes. “Nada de novo no front” não é um conto heróico e sim um relato dos horrores que uma sociedade dita evoluída é capaz. Um livro para fazer pensar e refletir inclusive sobre a sua própria civilidade.
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